Coaching: “Transformando Ações em Resultado”

Como o Coaching pode ajudá-lo a conquistar o que você quer em linha com quem você é?

Um dos maiores desafios que temos enquanto posicionamento pessoal e profissional é conjugar nossos objetivos com o que consideramos ser o ideal para nossas vidas. Produzir mais e melhor alinhando nossas expectativas e necessidades com a daqueles com quem interagimos nos diversos ambientes.

Para que possamos efetuar essa conquista é necessário, antes de tudo, identificar o que, realmente, nos impulsiona a seguir em frente e descobrir o que impacta nosso desempenho e compromete nossos resultados.

O Coaching oferece essa possibilidade através de um processo de autodesenvolvimento, onde, além dos recursos técnicos, as percepções e emoções de cada cliente são consideradas aspecto fundamental para identificação da capacidade de realização e limitações envolvidas no processo.

Mapeadas as condições iniciais para desenvolvimento de um plano de ação mensurável e factível, coach e cliente atuarão em conjunto, através dos aspectos positivos do processo, para que as habilidades demandadas possam ser desenvolvidas e o cliente consiga chegar onde quer, considerando quem ele é.

As experiências envolvendo o Coaching crescem a cada dia. Segundo matéria “O tal do Coach” da Revista da TV de 07/03/2010, “Vários atores costumam ouvir – e seguir à risca – os conselhos de um profissional cada vez mais presente nos bastidores: o coach.”

“O coach é o colorista que ajuda a dar cor ao personagem que o ator está criando”. E diz, ainda: “Nos Estados Unidos nenhum grande ator tem medo de assumir que conta com a ajuda de um coach. Mas aqui a profissão ainda está germinando”

O Coaching sugere uma relação na qual o coach compromete-se a ajudar o cliente a conquistar o resultado pretendido, através do desenvolvimento de novas competências e de um plano de mudança, não apenas considerando o resultado final, mas, privilegiando, principalmente, as condições gerais do cliente, conforme a premissa do: O que eu busco em linha com quem eu sou.

A Liderança na Era do Ser

 “Todo líder deve ser um coach permanente, com um interesse genuíno em promover o crescimento das pessoas na equipe.” Vicky Bloch

O comprometimento com as pessoas e a preservação do clima no ambiente de trabalho são fatores determinantes para o sucesso das organizações, portanto passa a ser aspecto prioritário no que tange ao processo de gestão de pessoas.

Conceitos como “team learning”, interação em grupo, criação de alianças, além de outros, são questões sujeitas à percepção particular de cada indivíduo. Cabe aos gestores criar um sentido comum e coletivo para a efetivação do trabalho através de um esforço conjunto que contemple o bem estar da empresa e de seu contingente humano.

Um líder que não conheça a si mesmo, muito menos conseguirá acessar sua equipe. O verdadeiro líder deve ser empático à percepção e necessidade dos seus colaboradores. Para isso é essencial que, antes de tudo, tenha conhecimento de seus talentos e limitações, através de uma autoavaliação justa que o permita, a partir de si próprio, perceber e considerar o perfil de cada um dos seus liderados.

Como mencionou Stephen Covey no best-seller – Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes – “é imperativo ter consciência de que as pessoas são feitas de corpo, mente, emoções e espírito”.

Equipes não devem ser gerenciadas, mas, sim, lideradas. Portanto, enxergar as pessoas na sua complexidade e estimular o “potencial de realização” de cada uma delas, oferecendo-lhes um modelo de referência, pautado no respeito, consideração e parceria, é o único modo de garantir resultados satisfatórios nas organizações.

“Pessoas precisam ser tratadas cada vez mais como parceiras e não mais como empregadas. Não se pode dar ordem a elas. É necessário persuadi-las.” (Peter Drucker)

A maioria dos gestores ainda reproduz o modelo onde o colaborador é um ativo da empresa, o qual deve ser controlado e não orientado. O verdadeiro líder considera a eficácia dos modelos de gestão de pessoas em linha com as necessidades e expectativas de seus colaboradores antes de adotá-los.

O líder deve ilustrar a mudança que deseja provocar na sua equipe, através de suas atitudes e iniciativas. Deve suscitar nos seus liderados a empatia e o desejo de segui-lo. “Se a palavra ilustra, o exemplo arrasta”, portanto o modelo é fundamental. Somente pela liderança humanizada um líder genuíno mobiliza seus seguidores.

Waleska Farias

Waleska Farias
Consultora de carreira e imagem


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