Pode Quem Manda Obedece Quem Tem Juízo?

O quão distante você está desse modelo de liderança? Ou será que na sua empresa ainda há alguém que, enquanto líder, passa despercebido e insiste em encenar esse roteiro da Liderança jurássica?

É certo que todo comportamento vivenciado por muito tempo tende a se tornar um hábito pela própria repetição do modelo e para que possa ser alterado, é necessário que haja conscientização e disciplina no processo de transição de velhos comportamentos para novos posicionamentos.

Oxalá! É bom mesmo que alguns padrões não se sustentem, não é mesmo?

Foi-se o tempo que liderar significava falar alto, ser temido e galgar cabeças. O mundo muda a cada milésimo de segundo e com ele, também mudam os processos e as pessoas. É preciso acertar o passo em convergência com as novas demandas. Evoluir, sabe?

As novas lideranças têm como missão quebrar paradigmas e ilustrar, pelo exemplo, as ações necessárias para que todos compartilhem, por um consenso de grupo, a mesma visão de futuro. Norte claro e objetivos convergentes. Todos juntos na mesma direção. É justo.

Quer saber quais habilidades ilustram o DNA desse novo líder? Aquelas que legitimam o “humano” das pessoas.

Gostar de gente. Como ouvir, traduzir, legitimar, entender, compartilhar, doar, delegar, aceitar e superar se não houver antes de tudo o “gostar”?

Autopercepção. O líder precisa perceber a si mesmo antes de incluir o outro na sua realidade. Pois se não compreende a si mesmo, muito menos conseguirá entender o que acontece com o outro.

Compreensão. É preciso compreender que as necessidades são personalizadas. Parar para escutar e legitimar o querer de seus colaboradores sem jamais desprezá-lo, pois cada um dá o sentido certo para aquilo que quer conquistar.

Acolhimento. É preciso legitimar as diferenças e saber que cada ser é um universo distinto, e justamente por isso agrega valor. A consaguinidade enfraquece e dizima possibilidades e o diferente muitas vezes torna-se memorável.

Humildade nobre. O Líder tem que ter a humildade “nobilíssima” de assumir suas limitações, reconhecer seus erros e pedir ajuda quando necessário sem jamais transferir a responsabilidade de suas ações para seus colaboradores.

É desse modelo de liderança que todos precisam. Alguém que saiba inspirar o outro, a despeito de qualquer condição, a querer crescer e desempenhar, sempre, no “melhor de si”.

No que depende de você, o que pode ser feito para melhorar o perfil das novas lideranças?

Estamos juntos!

Iscas da Liderança – Café Brasil

Waleska Farias

Waleska Farias
Consultora de carreira e imagem


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