MARCA PESSOAL 4.0: Relevância X Decadência.

O movimento que evoluciona é o mesmo que também estagna. Mas, o que melhor define a vida senão o seu caráter dual? A evolução 4.0, se por um lado tem atribuído relevância a algumas marcas pessoais, a outras, pela conjunção das novas dinâmicas e o fluxo contínuo e diverso das informações, tem imposto o desafio de se reinventar para sobreviverem aos novos tempos. A inovação carrega em si visões, conceitos e perspectivas que se contrapõem ao que no passado foi atual. Novos padrões e referenciais sugerem outras formas de pensar e agir como medida de um novo posicionamento. São tempos de transição que simbolizam a passagem de um estágio para outro, gerando acontecimentos que requerem novas posturas, estilos e a ressignificação de valores.

Transitar com consistência é o desafio. Reinventar-se é o caminho. Não haverá espaço para marcas atreladas a modelos ultrapassados, desconectadas do real, às margens das tendências que ditam a direção do mundo 4.0. Se decisões têm consequências, indecisões, mais ainda. Essencial definir o que e como fazer, com o senso de oportunidade e a consciência de que no processo de se reinventar o movimento consistente é de dentro para fora. Olhar para si, sintonizar com o contexto, revalidar medidas e se reposicionar de acordo com o que quer realizar. Ciente da   necessidade de transformar sem fugir ao requisito de ser antes de aparecer. Matriz que oferece consistência na transição para um futuro que insistentemente se anuncia nos moldes de uma realidade mutante.

Sobre escapar à decadência e construir relevância? Tem roteiro. Siga à risca: Marca pessoal não conquista relevância por acaso, mas por adequação ao propósito atrelada à disposição de se conectar aos sinais, desenvolver a habilidade de não resistir, preservar a essência, legitimar o querer, fluir no positivo e agir com rapidez, no entendimento de que não basta fazer mais do mesmo. Na construção de relevância, cabe a adequação ao novo e, principalmente, o compromisso com a verdade como medida de autenticidade. Em tempos de máscaras ser em essência é privilégio de poucos. Presença autêntica. O divisor de águas entre as marcas pessoais que sobreviverão e as que sucumbirão aos ciclos de renovação dos novos tempos.

Waleska Farias

Waleska Farias
Consultora de carreira e imagem


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